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Investimentos da Coca-Cola no Brasil chegarão a R$ 3 bilhões em 2019



Diante do cenário ainda incerto da economia brasileira, a Coca-Cola repetirá, nos próximos três anos, estratégia semelhante a dos últimos dois: se preparar para o longo prazo. Por um lado, vai ampliar a presença em diferentes categorias para se tornar uma "empresa total de bebidas". De outro, planeja avançar em embalagens retornáveis, com foco no consumidor de baixa renda - aproveitando o apelo de sustentabilidade.

Otimismo e previsão de crescimento junto ao mercado

Para apoiar essa estratégia, a subsidiária brasileira vai investir R$ 3 bilhões em 2019, mesmo com a economia patinando. Em 2018, a Coca viu suas vendas crescerem 1% em termos de volume (litro) e 3% em unidades (frascos).
O cenário, porém, não preocupa Henrique Braun, que assumiu o comando da operação brasileira em setembro de 2016, após passar quatro anos à frente da subsidiária da Coca-Cola na China e na Coreia. Segundo ele, em cada ano e país nos quais a fabricante de bebidas opera há um cenário econômico diverso. Por isso, a visão de longo prazo é importante.
"Não dá para tirar o olho da bola e ficar se preocupando com o que não podemos controlar", afirmou Braun ao Estadão/Broadcast, plataforma de notícias em tempo real do Grupo Estado. "Temos expectativa positiva (com o mercado brasileiro), mas sabemos que a realidade ainda é volátil. Com isso, nossa estratégia para os próximos três anos é muito similar à que tivemos nos últimos dois."

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