Morte de Charles Aznavour causa comoção na classe artística da França
A morte aos 94 anos de Charles Aznavour, patrono da "chanson" francesa, causou comoção nas classes política e artística do país.
O presidente Emmanuel Macron escreveu em seu perfil numa rede social que o cantor e compositor, "profundamente francês, ligado visceralmente a suas raízes armênias, reconhecido no mundo inteiro, [...] acompanhou as alegrias e dores de três gerações". Para o líder, "suas obras-primas, seu timbre, seu brilho único o ultrapassarão por muitos anos".
A ministra da Cultura, Françoise Nyssen, disse a uma rádio que "a França deve lhe prestar uma grande homenagem", mas não deu detalhes sobre um possível funeral de Estado. Na internet, ela escreveu que "a França perdeu Aznavour, um de seus grandes poetas, sempre na vanguarda, uma verdadeira lenda que atravessou fronteiras e épocas".





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